Cartografía de actividades, productores y certificadores de agricultura ecológica en Brasil

Autores/as

Palabras clave:

agricultura orgánica, Brasil, certificadoras, región geográfica

Resumen

El objetivo de este artículo es proporcionar una visión general de la distribución geográfica de la agricultura orgánica en Brasil, teniendo en cuenta las agencias certificadoras, la presencia de los agricultores por región y el panorama de las actividades de este sistema de producción agrícola.La investigación adoptó un enfoque cuantitativo, basado en la literatura, caracterizado como exploratorio y descriptivo. Los datos fueron recogidos del Registro Nacional de Productores Orgánicos del Ministerio de Agricultura, Ganadería y Abastecimiento (MAPA), publicado en marzo de 2023, incluyendo información sobre las agencias certificadoras, el número de agricultores orgánicos por región en Brasil, las actividades agrícolas orgánicas y los productos producidos.Los resultados destacan la importancia de los programas de incentivos y políticas públicas para promover la agricultura orgánica en Brasil, con las agencias certificadoras desempeñando un papel crucial en la garantía de la calidad del producto. Por último, la investigación destaca la importancia de los programas de incentivos y las políticas públicas para impulsar la agricultura ecológica en Brasil, así como el papel crucial de los organismos de certificación para garantizar la calidad de los productos. El fortalecimiento de la cadena de producción ecológica promueve prácticas sostenibles y garantiza productos de calidad para los consumidores, destacando el potencial de la agricultura ecológica para promover la salud y preservar el medio ambiente.

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Publicado

10-06-2024

Cómo citar

Ananias Francisco dos Santos, Bortolocci Espejo, M. M. dos S., Silva, C. M. da, & Andrade, G. A. de S. (2024). Cartografía de actividades, productores y certificadores de agricultura ecológica en Brasil. Revista Latinoamericana De Estudios Rurales, 9(17). Recuperado a partir de https://ojs.ceil-conicet.gov.ar/index.php/revistaalasru/article/view/1282

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